Saiba as reações e os prazeres escondidos por trás do beijo

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Hoje (13) é dia internacional do beijo. Conheça as reações e os prazeres escondidos por trás desse ato capaz de estimular várias sensações

Um simples gesto capaz de produzir múltiplos significados com ou sem amor, frio ou caliente. O beijo não tem raça, credo e nem gênero. Ele é ótimo para encontros e dolorido nas despedidas.

Tudo começa logo quando nascemos. O beijo faz o indivíduo se lembrar inconscientemente da amamentação e, por isso, é capaz de produzir a sensação de que estamos em conforto e segurança. É o que ressalta a psicóloga Solange Ewers: “inconscientemente, ele pode abrir arquivos diversos, não só da amamentação, mas de toda fase oral, pois o bebê conhece o mundo através da boca.”

Com o passar do tempo, ele amadurece, ganha outros significados e produz sensações únicas em nosso organismo. O encontro entre bocas apaixonadas é cada vez mais levado a sério pela ciência, que tem debruçado sobre o legítimo beijo na boca, esse que te deixa sem fôlego, com o coração acelerado e o corpo trêmulo. Um estudo realizado pelo neurocientista Wendy Hill, do Lafayetter College, nos Estados Unidos, e publicado no site Saúde, da Abril, mostra que quando duas bocas estão conectadas a produção do hormônio chamado ocitocina é acelerada e esse mesmo é o responsável pelo vínculo entre a mãe e o bebê.

Mas afinal, por que o beijo mexe tanto com a gente?

Os lábios, juntamente com a ponta do dedo, tem a maior densidade de terminações nervosas. Ou seja, ele é capaz de gerar e transmitir múltiplas sensações ao cérebro. Muitas pesquisas já foram feitas para explicar a sensação do beijo. David Bueno Torrens, biólogo e pesquisador de genética na Universidade de Barcelona ao jornal El País, explica em entrevista para o site vix que durante o beijo de língua ocorrem reações químicas. O homem como produtor de testosterona passará esse hormônio pela saliva, fazendo com que a mulher (ou parceiro) tenha sua receptividade sexual ativada.

Mas é tão simples assim? Basta beijar e sentir essas sensações?

Não, infelizmente as interações desses hormônios no cérebro vão depender do parceiro. Beijar um desconhecido estimula reações químicas diferentes do que quando beijamos pessoas com quem tenhamos um relacionamento afetivo, é o que afirma o biólogo.

O importante é saber que o beijo, dos mais frios aos mais calorosos, passam-nos a sensação de calma, segurança e bem-estar. Nesse dia de hoje, ele merece ter o reconhecimento que lhe é devido. Feliz dia do beijo, agora “beija eu, me beija”?

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