Vacina da gripe: o que muda em 2018

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A época da vacinação contra a gripe começou

A partir da última segunda-feira (23), o Ministério da Saúde deu como aberta a época de vacina da gripe com o intuito de diminuir o impacto dos vírus no mundo. Embora o público que deve tomar a vacina continue o mesmo, a campanha de 2018 inclui outros tipos de vírus para proteger a população.

O QUE MUDOU

De acordo com dados da revista Saúde, “todos os anos, os subtipos dos vírus da gripe que serão incluídos no imunizante mudam. Isso porque os diferentes causadores dessa infecção circulam pelo mundo e sofrem mutações com frequência.” Para chegar nos tipos de vírus que mais infectam cada região, a Organização Mundial de Saúde (OMS) analisa pesquisas enviadas por centros de vigilância de todos os países.

Para este ano, a OMS chegou à conclusão que a vacina da gripe disponível no Brasil será composta para evitar os vírus H1N1, H3N2 e Influenza do tipo B Yamagata.

QUEM DEVE TOMAR

Os grupos escolhidos para aderirem à vacinação são os mais vulneráveis, pois acabam tendo mais contato com pessoas contaminadas. São eles:

  • Crianças de 6 meses a 5 anos
  • Pessoas com mais de 60 anos
  • Gestantes
  • Mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias
  • Profissionais da saúde
  • Professores da rede pública e particular
  • População indígena
  • Portadores de doenças crônicas, como diabetes, asmae artrite reumatoide
  • Indivíduos imunossuprimidos, como pacientes com câncer que fazem quimioterapia e radioterapia
  • Portadores de trissomias, como as síndromes de Downe de Klinefelter
  • Pessoas privadas de liberdade
  • Adolescentes internados em instituições socioeducativas, como o Instituto São José

Em Carangola, esses grupos podem ir ao SUS para tomarem, gratuitamente, a vacina da gripe. Todos os dias, de segunda a sexta, o SUS está aderindo à campanha de imunização da população.

NÃO FAÇO PARTE DESSES GRUPOS E AGORA?

Qualquer cidadão pode tomar a vacina contra a gripe, mas se não fizer parte de nenhum dos grupos citados acima, ele terá que procurar uma clínica privada. O preço costuma variar entre 100 e 200 reais. Além do valor, a outra diferença da rede pública é que a vacina tem um maior poder de imunização, já que protege de quatro e não apenas três vírus.

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