7 séries de música imperdíveis

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Séries repletas de babado, confusão e gritaria para você que ama música

A música é tão transformadora que dita a moda, a cultura, o comportamento e vira hino de revoluções. Todas as séries aqui reunidas têm um caráter revolucionário em suas narrativas, marcam uma época, uma nação, uma tribo, um povo. Se você gosta de conhecer a história por trás das canções, bandas e gêneros musicais, esta é a sua chance.

Acompanhe com moderação! Possuem alto teor viciante.

EMPIRE

Jamal Lyon. Homossexual, músico de R&B, compositor romântico, inovador, rejeitado pelo pai e acolhido pela mãe.

Hakeem Lyon. O mais novo herdeiro, mimado, rapper, se revolta contra o pai e fortifica os laços com a mãe.

Andre Lyon. Formado em administração e pronto para gerir o negócio do pai. Bipolar, casado e evangélico.

Os três herdeiros do trono pertencente ao patriarca da família Lyon, na gravadora de black music Empire, entram numa disputa. Os filhos do rapper e CEO da empresa, Lucious Lyon, estão numa corrida para ver qual chama mais a atenção do pai e se torna o seu sucessor. Entre tapas e beijos, Cookie (mãe dos meninos e ex-mulher de Lucious) vai remendando esses laços desgastados pela ambição do empresário.

VINYL

Tem David Bowie, Led Zepelin, Hannibal, Alice Cooper, Elvis Presley, mas não é um documentário. A fusão da narrativa imaginária do music bussiness com os artistas que realmente bombaram nos anos 70 é o forte da série dirigida por Martin Scorcese. Mas é Mick Jagger quem chama atenção nos créditos da abertura. Responsável pela produção executiva e parte da criação da série, o músico emplacou também o filho James Jagger como um dos principais personagens.

A gravadora American Century foi comandada à base de muito sexo, drogas e rock and roll por Richie Finestra durante anos. Agora, à beira da falência, o empresário está prestes a explodir nas paradas com um novo gênero musical.

MOZART IN THE JUNGLE

Engana-se quem pensa que só no rock há sexo e drogas. Em 2005, a autobiografia da oboísta Blair Tindall expôs o que poucos imaginavam sobre o universo da música clássica. As grandes salas de concerto em teatros não abrigam apenas pessoas recatadas, prevenidas e sem sal. As festas de madrugada regadas à droga e jam sessions são retratadas em Mozart in The Jungle.

Em tempos de música eletrônica, a New York Symphony precisa de uma rápida e eficaz renovação. O jovem maestro Rodrigo De Souza chega para dar o frescor que faltava aos mais de cinquenta músicos de 40 a 80 anos, que ainda mantêm a sua paixão pela música acesa. Alert Spoiler! A cautelosa entrada da jovem oboísta Hailey na orquestra mexe com o maestro, causando ainda mais confusões entre os músicos.

THE GET DOWN

Na primeira série sobre a cultura hip-hop da Netflix, eles mesclam romance, música, ficção e realidade. O Bronx como berço do estilo musical serve também de cenário para um amor adolescente se concretizar em meio aos raps, as mixagens, o soul e o disco, que estava em alta no fim dos anos 70. Na segunda temporada (e última), o programa traz mais imagens reais do boom do gênero musical nas ruas do Bronx, as batalhas de rap e as brigas de gangues da época.

UNSOLVED – TUPAC & BIGGIE

Após o cancelamento da continuação de “The Get Down”, Netflix aposta todas as suas fichas em outra série envolvendo o mundo do hip-hop. “Unsolved” é um mix de ícones lendários do rap com aquele suspense policial que a gente ama. Depois do célebre assassinato dos rappers Tupac e Notorius B.I.G., um detetive começa a tentar desvendar o caso, mas, anos mais tarde, uma nova equipe assume a busca de pistas.

SONIC HIGHWAYS

Quando os fãs têm a chance de acompanhar os detalhes da gravação de um álbum novo? Os integrantes do Foo Fighters, em 2014, deram essa oportunidade para que adora o som da banda. Em apenas uma temporada (com 8 episódios), Dave Grohl e companhia mostraram os bastidores da produção de todas as faixas que fazem parte do disco “Sonic Highways”. Uma relíquia não só para ser vista como para ser guardada por todo melômano.

TREME

Um furacão devastador alagou a cidade Treme, nos EUA. A solução da população foi se reunir e continuar celebrando com o que fazem de melhor: música. Saxofone em mãos, clarinete a todo vapor, tambor esquentando e as pessoas em êxtase para ver o bloco passar com o seu groove enquanto esperam ajuda do governo para reconstruir a vida da população.

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