7 séries de mulheres empoderadas para chamar de sua

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Elas trabalham, cuidam dos filhos, têm vida social e ainda dão um show de força

As mulheres não têm mais receio de pegar no pesado. A onda girl power tem comandado as redes sociais e as séries. Elas sempre existiram, mas só agora estão ganhando a visibilidade (e o respeito!) que merecem. Que os sutiãs queimados na década de 1960 finalmente incendeiem as mídias e mudem os resquícios machistas que ainda nos cercam. Amém.

HOW TO GET AWAY WITH MURDER

A professora e advogada especializada em defesa criminal Annalise Keating é uma mulher misteriosa. Os seus segredos vão se desdobrando ao decorrer da série produzida pela poderosa Shonda Rimes (reconhecida pelo seu papel por trás das câmeras de produções com mulheres empoderadas como protagonistas), que já está na quinta temporada. Annalise é uma mulher renomada na sua área, tendo alunos que brigariam para estar em sua equipe do escritório de advocacia. Apesar da primeira impressão ser de uma pessoa desprezível, ao longo dos capítulos enxergamos um mulherão destemido, forte, extremamente inteligente e cuidadosa com seus pupilos. Acredite: você vai amá-la!

DEAR WHITE PEOPLE

Essa é babadeira! Dear White People repercutiu tanto nos Estados Unidos que a galera que se identifica como branca queria tirá-la do ar. A desculpa deles para tal? Racismo reverso. Chegaram a dar depoimentos dizendo que o seriado era uma “apologia à violência contra brancos e de reduzi-los a estereótipos racistas”. Sabe como é, né? Eles podem, os negros não. A história é a seguinte: a protagonista Sam White (sobrenome um tanto quanto irônico, já que ela é negra) dá voz ao programa de rádio universitário que nomeia a trama. Nele, ela mostra para os brancos como eles não deveriam se portar diante de situações que eles nem percebem ser racistas. Ela conduz um grupo de universitários que se unem para acabar com o racismo dentro da faculdade e, por vezes, tem a tendência de praticar o ódio aos brancos numa clara demonstração de sarcasmo na série. Afinal, os negros vivem sendo diminuídos enquanto os brancos são sempre os maiorais. A ditadura da beleza (branca, loira e de olhos claros) está aí para provar. Veja!

SHE’S GOTTA HAVE IT

Nola Darling é linda, independente, artística, sexy e empoderadíssima. A protagonista mostra que não é preciso se atrelar aos modos tradicionais de vida (estudar, casar, ter filhos, ser heterossexual e monogâmica #poliamor) para ser feliz. Ela se envolve com três caras completamente diferentes um do outro. Cada um a completa de uma forma e ela ama isso neles. Fica impossível escolher um só quando se ama alguns lados de pessoas tão distintas. Para aumentar o toque de picante no drama/comédia Nola ainda anexa ao seu trio de amantes uma mulher. É instigante, faz você pensar sobre as tradições impostas pela sociedade e, de bônus, tem uma das trilhas sonoras da Netflix mais gostosas de se ouvir. Está de parabéns!

GOOD GIRLS

Três melhores amigas que se veem encrencadas para conseguir grana para criar os filhos, ter um teto para eles e saúde para cada um. Beth, sua irmã Annie e a amiga Ruby planejam um assalto ao mercado para conseguir dinheiro necessário para uma quitar a hipoteca da casa, a outra contratar um advogado para não perder a custódia da filha e a última só deseja pagar os cuidados médicos da filha que tem problemas renais. Infelizmente o assalto só traz mais problemas para o trio e elas começam a se meter em enrascada cada vez mais. Good Girls mostra a força de três mães que seriam capazes de tudo para dar tudo o que seus filhos precisam para ter uma vida normal, como a de tantas outras crianças. A trama é convincente e prende você a cada final de capítulo. Assim que acabar a primeira temporada você vai ficar louca para a próxima sair o quanto antes.

ONE DAY AT A TIME

Penélope abraça a história de tantos descendentes de latinos que nasceram nos Estados Unidos depois dos pais saírem de sua terra natal em busca de dar uma vida melhor para as crianças. Ela, como tantas outras narrativas norte-americanas, fez parte do exército enfrentando guerras e cuidando dos feriados como enfermeira. Após abandonar o cargo para se doar à criação dos filhos, ela se vê diante da vida regular de uma mãe solteira que tenta equilibrar estudos (quer se tornar médica), trabalho (atua numa clínica) e ainda a maternidade. Sua mãe, Lydia, tem a latinidade no sangue. É tradicional, é caliente, é intensa! Sua origem cubana acompanha todos que pisam na casa e enfrentam os dilemas dos imigrantes no país que o atual presidente recrimina todos os estrangeiros. Tenso!

ORANGE IS THE NEW BLACK

A vida na cadeia não é mole não! As detentas de Litchfield mostram sua garra e sua união ao fazerem um motim em busca de segurança, alimentação e o básico da sobrevivência humana. Brancas, negras, latinas e as senhoras veem na sororidade a saída para conseguirem passar pela experiência da cadeia sem saírem de lá num caixão. Relações lésbicas e inter-raciais, diferentes culturas, tolerância, bullying, opressões e política são alguns dos temas abordados nessa série que dá voz às mulheres deixadas de lado pela nossa sociedade.

DESPERATE HOUSEWIVES

São oito temporadas, críticas positivas nas mídias e prêmios do Globo de Ouro e Emy. Desperate Housewives é para ser aplaudida de pé! A série gira em torno de donas de casa, dos seus mistérios, seus problemas familiares e de como cada uma enfrenta as suas batalhas. Apesar de ser desenrolada a história de diferentes mulheres, quatro se mantêm como protagonistas. Gabrielle Solis é a ex-modelo interesseira e engraçada, Lynette Scavo é a mãe de quatro filhos que dá duro diariamente para ser a melhor no trabalho, Susan Delfino é a atrapalhada dona de casa que vive se metendo em confusão e, por fim, Bree Van De Kamp é a dona de casa detalhista, controladora e extremamente dura consigo mesma e com os outros. O enredo traz muitas reviravoltas, escândalos e dramas com um toque de comédia. Essa é para maratonar!

 

 

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