Eleição 2018: as propostas dos candidatos para a segurança

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Hoje apresentaremos algumas propostas de 5 candidatos no que tange a área da segurança

Jair Bolsonaro (PSL)

  • Dar preferência ao direito de defesa da vítima, defendendo o direito do porte de arma de fogo para todo cidadão

“Reformular o Estatuto do Desarmamento para garantir o direito do cidadão à LEGÍTIMA DEFESA sua, de seus familiares, de sua propriedade e a de terceiros!” prevê o plano de governo

  • Redução da maioridade penal para 16 anos
  • Acabar com as saídas temporárias dos presídios e progressão de penas.

“Acabar com a progressão de penas e as saídas temporárias, reduzir a maioridade penal para 16 anos e reformular o Estatuto do Desarmamento para garantir o direito do cidadão à legítima defesa sua, de seus familiares, de sua propriedade e a de terceiros” diz o Plano de Governo

  • Aplicar penas duras em casos de estupro, e apoio à castração química como forma de redução da pena
  • Classificar como atos terroristas invasões a propriedades privadas

Ciro Gomes (PDT)

  • Criação de uma polícia de fronteiras e  implantar um sistema nacional inteligência na área

Odilon de Oliveira,  o ”cérebro que vai ajudar a sistematizar a segurança pública na fronteira, liberando policiais de tarefas burocráticas para cuidarem de investigação”. Afirma o candidato em campanha em Campo Grande

  • Acompanhar os jovens que acabaram de sair do sistema prisional, por meio de programas de inclusão
  • Aumentar as políticas de prevenção contra a população negra do país.

Marina Silva (REDE)

  • Contrária ao armamento por todo cidadão. “não se resolve o problema da violência distribuindo armas para a população”, disse a candidata em sabatina promovida pela Folha de São Paulo
  • Adoção de um sistema único para segurança pública

“Implementar o Sistema Único de Segurança Pública, integrar o trabalho das polícias, do judiciário, do Ministério Público e das instituições financeiras” prevê seu plano de governo

  • Valorização dos policiais, promovendo a integração e treinamento
  • A candidata defende também que não se pode trocar liberdade por segurança

“Não podemos, em hipótese alguma, abrir mão da nossa liberdade, não se troca liberdade por segurança. Em um país em que se troca liberdade por segurança, é o lugar mais difícil e mais perigoso que existe de se viver, é o lugar mais inseguro para se viver” afirmou a candidata em ato na Av. Paulista

  • Acabar com as facções nos presídios
  • Defende um plebiscito para legalização das drogas

““Defendo para esse tema [aborto], assim como para a descriminalização da maconha, que se faça um plebiscito. Esse é o caminho de ampliar o debate. Não se resolve o problema das drogas e do aborto rotulando alguém de conservador ou fundamentalista”, relatou a candidata em entrevista a veja

Fernando Haddad  (PT)

  • Defende a criação de uma nova Polícia Federal, para a qual será transferido o combate do crime organizado no país. Além disso, defende também a criação de um Plano Nacional de Redução de Homicídios.

“Entendemos que, se a PF tiver um departamento que cuide do combate aos crimes relativos a organizações criminosas, vamos ter alguns efeitos importantes. O primeiro é liberar as polícias Militar e Civil para cuidar da vida do cidadão, combater homicídio, feminicídio, tudo que agride o cidadão” Afirmou o candidato em ato de campanha

  • Alterar políticas sobre o consumo de drogas  e também ações de prevenção

“A atual política de repressão às drogas é equivocada, injusta e ineficaz, no Brasil e no mundo.  É o grande nó a ser desatado em favor do presente e do futuro de nossas crianças e jovens. Hoje, o país prende mais pessoas não violentas, não organizadas e desarmadas, envolvidas no varejo disperso do  comércio de substâncias ilícitas, do que homicidas, traficantes de armas e lideranças do crime organizado que já se transnacionalizou.recrutamento em massa para facções criminosas.” prevê o plano de governo

  • Investir nas forças armadas

“Além disso, priorizaremos a reorganização da Base Industrial de Defesa, para assegurar o atendimento às necessidades de equipamento das Forças Armadas apoiado e tecnologias sob domínio nacional, preferencialmente as de emprego dual (militar e civil)”, ressalta o plano

  • Ministério da defesa deve voltar a ser comandado por um civil
  • Criação de Plano Nacional de Política Criminal e Penitenciária

“O Plano conterá ações para o fortalecimento do sistema nacional de gestão penitenciária e preverá a criação de uma  Escola Penitenciária Nacional para capacitação de gestores desse Sistema, de modo a qualificar a atuação estatal para um modelo que substitua o domínio das organizações criminosas.” Ressalta o plano

Geraldo Alckmin (PSDB)

  • Criação de polícia de fronteira
  • Defende posse de arma em zona rural

“Claro que porte de arma pode ter, na área rural até deve ser facilitado, porque as pessoas estão mais distantes”, ressaltou o candidato em campanha

  • Combater o crime organizado por meio de trabalho integrado entre as forças policiais e de inteligência do país.

“O Governo Federal irá trabalhar, de forma integrada, com os Estados e municípios para a construção de um sistema único de segurança pública. Precisamos de metas nacionais de redução de roubos, furtos e homicídios. Trabalharemos para diminuir o poder do crime organizado nos presídios do país, com a integração dos serviços de inteligência e a qualificação das polícias.” Diz o plano de governo

Imagem/reprodução: Blogdopoliglota

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