Dezembro vermelho: taxa de mortalidade por AIDS cai no Brasil

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A prevenção é acessível e os testes são superpráticos hoje em dia

A taxa de mortalidade por AIDS teve uma baixa no país desde 2014. O que era 5,7 mortes a cada 100 mil habitantes há quatro anos, em 2017 passou a ser 4,8 mortos em decorrência da doença sexualmente transmissível (DST).

Este ano, o governo comemora os 30 anos de combate à AIDS. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento para soropositivos e testes gratuitos para quem quiser. De acordo com a enfermeira Valéria Leite, do SUS de Carangola, atualmente existem os testes rápidos, em que o resultado sai na hora para o paciente.

“Fazemos um furinho no dedo para pegar o sangue. Isso dá pra fazer em todos os postinhos de saúde da cidade. Para fazer o exame a pessoa só precisa trazer o documento de identidade”, Valéria

Ainda segundo a enfermeira, não tem um público específico portador da AIDS. Todos os grupos estão suscetíveis atualmente. “Tem homem, mulher, jovem, idoso, pessoas de meia idade, gente casada, heterossexual… Hoje em dia, a AIDS está em todos os públicos. Temos muitos jovens porque teve uma época que andaram muito descuidados e começaram a contrair a DST”, explica Valéria. A prevenção é muito simples: use camisinha em todas as relações sexuais que tiver, assim você e seu parceiro estarão protegidos.

 

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